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A VERSÃO do ano 2000 do topo de gama da Opel vai surgir com um ar mais jovem e com um maior requinte. Todas as novidades introduzidas não passam de evoluções naturais, mas acabam por conseguir brilhar, tal a quantidade de dotações introduzidas num mesmo veículo. A Opel Portugal parece, por isso, acreditar mais do que nunca neste seu modelo, razão pela qual vai introduzir uma nova política de comercialização.
Contrariando o exemplo dado por outra marcas, a Opel nunca apostou grandemente no Omega em Portugal, pelo que também não eram de esperar resultados surpreendentes no tocante às vendas deste veículo. No entanto, com o novo produto, a companhia pretende alterar por completo esta filosofia. Com objectivos de vendas para o ano 2000 da ordem das cinco centenas de unidades é de esperar que a empresa dê o tudo por tudo para dar a conhecer este seu novo modelo.
UM NOVO MOTOR
Todavia e face ao que muitos podiam esperar, o novo Opel Omega não apresenta, face ao seu antecessor, lançado em Portugal em 1994, grandes novidades. Aliás, os responsáveis da Adam Opel AG são os primeiros a afirmar que “em equipa que ganha não se mexe” e o mote para esta apresentação acabou por centrar-se, essencialmente, em alterações de pormenor no chassis (pequenos ajustes ao nível da geometria das suspensões), um novo sistema de climatização e comunicações, a utilização de encostos de cabeça activos, e algumas modificações notórias em termos estéticos no interior e exterior do Omega, que tem como novidade de maior a introdução do motor de 2200cc, capaz de debitar 144 cv. Se pensarmos, porém, que, face ao “antigo” Omega equipado com o bloco de dois litros, este é mais penalizado em termos de fiscalidade, não é uma novidade que se receba propriamente de braços abertos. Este motor difere, face ao dois litros não só na capacidade, mas também nos consumos, (9,4 l/100 km) e no nível de emissão de gases para a atmosfera.
Não podemos deixar de referir que, e pelo que tivemos oportunidade de apreciar durante o teste realizado durante a apresentação perto de Russelsheim, a nova unidade de motriz se revelou muito agradável de utilizar. É óbvio que ninguém estará à espera de encontrar no Omega um motor de performances elevadas, o tipo de clientes que mais se “inclina” para um veículo deste tipo está muito mais interessado em encontrar conforto, agradabilidade de condução, baixo nível de ruídos, potência e binário suficientes para que não haja a constante necessidade de recorrer à caixa de velocidades, por exemplo.
No tocante aos chassis, é bem notório o trabalho desenvolvido pelos engenheiros germânicos no sentido de melhorar as qualidade dinâmicas deste topo de gama. O Omega 2000 apresenta agora um comportamento muito mais “são”, mesmo se o condutor, por necessidade ou distracção, exige um pouco mais do sistema de travagem (também com alguns pontos novos) ou das suspensões, que agora são muito “compreensivas” com os pisos mais sinuosos, garantindo viagens com um conforto verdadeiramente assinalável.
A finalizar, uma referência para as mudanças no plano estético, que se revelam essencialmente na nova grelha, cromada, e no desenho da consola interior, com um painel central de óptima leitura e que comporta os comandos dos sistemas de climatização, navegação, comunicações e ainda o auto-rádio. As alterações notam-se ainda na colocação dos comandos dos vidros e espelhos nas portas, sendo que todas elas contribuem para que, a bordo do novo Omega, condutor e passageiros se sintam como “em casa”.
Aqueles que neste momento já estejam a pensar em “deitar contas à vida” no sentido de comprar o novo carro germânico, terão que esperar mais alguns meses, uma vez que a Portugal ele só chegará em Janeiro do próximo ano e numa primeira fase só estarão disponíveis os motores 2.2 16V (144cv) e 2.5 V6 (170cv) a gasolina, para além do conhecido Diesel com 2500cc (130cv).
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