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O piloto português António Félix da Costa (Porsche) espera recuperar o título de Fórmula E, competição de carros elétricos, na edição deste ano do Campeonato do Mundo, que começa no fim de semana, no México.
A defender as cores da Porsche pelo segundo ano consecutivo, o piloto natural de Cascais acredita que tem, este ano, maiores possibilidades de lutar pelas vitórias e repetir a conquista de 2020, ano em que se sagrou campeão mundial.
"Fiz uma boa pré-temporada. Se olhar para a minha primeira corrida com a Porsche, há um ano, e comparar com o estado e a confiança com que estou agora demos um grande passo em frente. Toda a competição também melhorou, mas estou confiante e espero que a nossa evolução seja maior e possamos estar em condições de lutar por todas as provas e, obviamente, pelo campeonato", disse o piloto português, em declarações enviadas à agência Lusa.
A 10ª temporada desta competição inclui 16 corridas em 10 cidades e a estreia das ruas de Tóquio, bem como o regresso à China com a realização da primeira corrida em Xangai. A entrada do circuito de Misano, em Itália, no calendário, é outra das novidades.
O final da temporada acontecerá novamente em Londres, no fim de semana de 20 e 21 de julho (sábado e domingo).
Os carros utilizados são de terceira geração, mais rápidos, leves, potentes e eficientes e foram estreados em 2023.
A ronda inaugural disputa-se no autódromo Hermanos Rodriguez, na Cidade do México.
"Acho que a prova do México vai ser um bom teste, mas estou confiante que podemos ter uma boa época e voltar a lutar pelo título", sublinhou António Félix da Costa.
Oito das 11 equipas participantes fizeram trocas de pilotos, destacando-se o regresso do neerlandês Nick de Vries, com a Mahindra, depois de uma passagem para esquecer pela equipa Alpha Tauri, da Fórmula 1, que acabou com a sua dispensa a meio da temporada.
O britânico Jake Dennis (Andretti) parte como campeão em título e terá em Nick Cassidy e Mitch Evans (Jaguar) e António Félix da Costa alguns dos principais opositores, assim como o alemão Pascal Wherlein (Porsche), que também já passou pela Fórmula 1.
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