O português António Félix da Costa enalteceu este domingo a conquista dos títulos de equipas e de construtores com a Porsche no Mundial de Fórmula E mas lamentou o ambiente com o colega de equipa, o alemão Pascal Wherlein.
O piloto natural de Cascais terminou a última corrida da temporada, disputada hoje em Londres, na sexta posição, depois de ter partido do 22.º e último lugar da grelha, devido à quebra da transmissão do seu monolugar na qualificação.
"Foi um fim de semana muito desafiante, com muitos contratempos, mas hoje conseguimos mostrar o nosso valor na corrida, com uma recuperação de 16 lugares, de último até sexto. O título de equipas e marcas é um justo e importante prémio para a Porsche, que muito trabalhou durante todo o ano", começou por dizer o português.
Depois de dois anos com a Porsche, Félix da Costa admite que procura alternativas para prosseguir a sua carreira: "Guardo algumas boa memórias deste ano, mas não escondo que não foi um ano fácil, sobretudo a nível de ambiente com o meu colega de equipa. Mas as corridas são mesmo assim, por vezes há que saber lidar com pilotos de caráter diferente do nosso, faz parte".
"Fica a memória destes dois títulos de marcas e equipas ao serviço de uma excelente equipa, grandes engenheiros e mecânicos e todo o staff envolvido. Agradeço a todos, agora é hora de recarregar forças, tirar algum tempo em família e com amigos. Em breve espero poder anunciar o meu programa 2026, que será bem preenchido e no qual espero voltar a sentir a alegria de me divertir nas corridas, junto da minha equipa", concluiu.
O objetivo do piloto de Cascais é voltar a conciliar a Fórmula E com o Mundial de Resistência (WEC), algo que a Porsche não permite aos seus pilotos.
Félix da Costa, que foi campeão na época 2019-2020, acabou o ano no quinto lugar, com 111 pontos, menos um do que o quarto classificado, o britânico Taylor Barnard (McLaren).
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