O antigo piloto Ni Amorim, candidato à presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), reforçou esta segunda-feira a ideia de que a direção e a presidência da modalidade serão 'cúmplices', caso seja eleito.
"Concretizei um objetivo com a apresentação desta lista hoje. A minha ideia e o meu objetivo é que a direção seja absolutamente conivente e que as decisões sejam tomadas juntamente com o presidente", começou por dizer, acrescentando: "Vou pretender também rever os estatutos e irei fazê-lo numa altura que possa reunir os clubes e os todos os associados para discutirmos."
À margem da apresentação da sua lista, que decorreu em Lisboa, o antigo piloto sublinhou o realismo das suas ideias. "Acho que se nós conseguirmos fazer o que está no nosso programa, absolutamente anti-eleitoralista, é realista. As pessoas querem coisas que tenham a ver a realidade, estão fartos de promessas. No prazo de um mandato podemos fazer muito automobilismo nacional", argumentou.
Ni Amorim, que irá a votos no próximo mês de maio com o atual presidente, Manuel de Mello Breyner, fez questão de deixar um recado aos associados e aos clubes, apelando também ao voto: "As pessoas têm que ser ouvidas sempre e não a três meses das eleições. Isso é um compromisso que tenho na minha candidatura e vou faze-lo até ao ultimo dia, basta ter condições e ter condições é ter a maioria dos votos."
A terminar, o candidato salientou a importância de "formar oficiais de prova" e olhar atentamente para o karting, de onde "vão sair pilotos para preencherem as diversas modalidades no futuro".