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Boris Johnson entra em campo para salvar GP da Grã-Bretanha

• Foto: Reuters

A guerra de bastidores para a Fórmula 1 conseguir arranjar uma forma segura para anunciar o início da temporada de Fórmula 1 segue ao rubro, com o último episódio a conter contornos políticos em Inglaterra. A organização do Mundial está confiante de que a competição terá mesmo início a 5 de julho, na Áustria, mas o problema será a seguir... no histórico GP Silverstone, que quer acolher duas corridas (26 de julho e 2 de agosto).

Acontece que o governo britânico implementou uma quarentena obrigatória para quem viaja para o país, algo que condiciona a chegada dos pilotos e de todo o ‘Circo da Fórmula 1’. Ora, é neste ponto que o primeiro-ministro, Boris Johnson, entrou pessoalmente em ação, ao pedir que seja criado um regime de exceção e excluir a referida quarentena obrigatória, de forma a ajudar a realização do GP Silverstone, que gera milhões de euros fundamentais para a sobrevivência de equipas e manutenção de milhares de postos de trabalho.

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Segundo o ‘The Times’, Boris Johnson tomou esta decisão no dia seguinte ao diretor do autódromo, Stuart Pringle, afirmar que pretendia adiar os eventos para final de agosto. Neste momento, o GP Silverstone é uma tremenda dor de cabeça para os organizadores da F1, que aguardam que o primeiro-ministro britânico consiga fazer ‘passar’ a sua intenção de criar um regime de exceção perante o sempre rigoroso parlamento inglês e, desta forma, salvar o GP Silverstone.

Despedimentos na McLaren

Entretanto, a situação financeira de várias equipas continua a piorar devido ao impacto da pandemia. Por exemplo, a McLaren anunciou ontem a eliminação de 1.200 empregos na empresa construtora automóvel, um quarto do total...

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Por Diogo Jesus
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