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A última temporada da Fórmula 1 (2022) não correu de feição à Haas: a escuderia norte-americana terminou o Mundial em 8.º, muito graças às más prestações, aos constantes abandonos - de Magnussen, principalmente - e aos acidentes... de Mick Schumacher. Esta última razão, aliás, colocou o chefe de equipa Guenther Steiner à beira de vários ataques de nervos, até porque os descuidos do piloto alemão custaram mais de 2 milhões de dólares (1,8 M€) à equipa só na primeira metade dessa temporada.
Um dos episódios que deixou Steiner de 'cabelos em pé' foi quando Schumacher sofreu um acidente durante os treinos livres para o GP do Japão. O piloto, de 24 anos, regressava ao 'pit lane' quando entrou, com a pista molhada, com demasiada velocidade numa curva, acabando por fazer um pião. Na mais recente temporada da série 'Drive To Survive', o chefe de equipa da Haas comenta o momento, que custou 700 mil dólares (641 mil euros) à equipa.
"Foi na m... da volta de entrada [no 'pit lane']. A pista estava muito molhada, mas todos levaram o carro até às boxes. Quantas pessoas conseguiríamos empregar com 700 mil dólares? Onde é que vou arranjar esse dinheiro?", atirou Steiner.
Para a presente temporada, Schumacher acabou por ser substituído na Haas por Nico Hulkenberg. "Não posso ter um piloto que não me dá segurança para conduzir um carro numa volta lenta. É ridículo como o c...", refere Guenther.
Mick Schumacher, recorde-se, é agora piloto de reserva da Mercedes e da McLaren. As duas escuderias, refira-se, têm um acordo entre elas para tornar o cenário possível.
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