O cancelamento das provas iniciais da Fórmula 1 causou o transtorno habitual de uma indústria que vive, sobretudo, da competição. Mas o facto de não saberem, ao certo, quando regressarão em pleno às pistas está a levantar outro tipo de questões, mais financeiras, que inquietam sobretudo as equipas com menos capacidade económica, temendo assim que a crise chegue ao asfalto. Como é o caso da Alfa Romeo, que neste momento teme que o fim esteja próximo.
"Todos estamos a tentar ser racionais, mas vivemos uma situação muito delicada. Se não formos capazes de encontrar soluções eficazes e inovadoras, vai custar-nos muito continuar a trabalhar. Por exemplo, na crise de 2008, houve três ou quatro fabricantes que deixaram a Fórmula 1. E isso pode acontecer este ano, com equipas a desertarem, até porque os direitos televisivos terão um tremendo impacto negativo nas receitas", alertou Frédéric Vasseur, responsável pela Alfa Romeo, pedindo rapidamente medidas para evitar um colapso na Fórmula 1.
"Devemos estar todos unidos nesta fase, porque esta indústria funciona como um todo. Se falta dinheiro a um, todos são afetados. Seria bom que pensássemos a longo prazo e decidíssemos já o que fazer. Caso contrário, há equipas que não vão sobreviver. É a verdade nua e crua", lamentou Vasseur, antes de produzir uma conclusão alarmante: "Esta é a maior crise vivida na Fórmula 1. Nunca tínhamos experimentado algo assim. Financeiramente, vai ter um impacto incrivelmente duro nas equipas."
Recorde-se que o Mundial tinha 22 provas previstas, sendo que oito já foram adiadas ou canceladas, devido à pandemia. Neste momento, o primeiro Grande Prémio calendarizado é no Canadá, a 14 de junho.
Por Diogo JesusEm causa a mudança de trajetória com uma diferença de velocidade tão grande
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