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Em declarações à 'Der Spiegel', Cora Brinkmann diz que rumores começaram ainda no paddock, quando o alemão ainda era piloto de F1
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O momento em que Ralf Schumacher anunciou publicamente a sua homossexualidade nas redes sociais apanhou o mundo do automobilismo, especialmente os mais atentos ao passado recente da Fórmula 1, totalmente desprevenidos, especialmente que acompanhavam o dia a dia do antigo piloto da categoria e irmão do sete vezes campeão do Mundo Michael Schumacher.
Em declarações à 'Der Spiegel', Cora Brinkmann, ex-mulher de Ralf Schumacher, admitiu ter sido apanhada de surpresa com a revelação do seu antigo companheiro, apesar de ter tido suspeitas acerca da sua orientação sexual no passado.
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"Gostava que o Ralf [Schumacher] me tivesse envolvido ou, pelo menos, informado da sua decisão, teria sido uma demonstração de respeito para comigo. Durante a sua carreira na F1, houve muitos rumores no paddock [sobre a sua homossexualidade]. Pedi-lhe sempre que me esclarecesse se o que se dizia na altura era verdade, mas ele negou-o sempre, dizendo-me que era tudo imaginação da minha cabeça e que talvez eu precisasse de ajuda psicológica", começou por revelar a personalidade da televisão alemã, que foi casada com o antigo piloto de F1 entre 2001 e 2015, durante 14 anos.
"Quando ele anunciou [a sua homossexualidade], foi como uma facada no meu coração. Quando assumimos algo assim temos de ter a noção que este tipo de coisas afeta sempre as pessoas que nos rodeiam, incluindo a ex-mulher com quem tivemos um filho [David]. Hoje sinto que fui usada durante o casamento. Sinto-me como se tivesse desperdiçado os melhores anos da minha vida. Faço-me muitas perguntas: será que ele foi honesto comigo? Mas há algo ainda mais importante que não me sai da cabeça: será que ele me amava? Confiei nele cegamente. A palavra dele era como uma espécie de lei para mim", acrescentou.
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