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Miguel Oliveira apoia continuidade das 'grid girls': «Não estou lá a olhar, não me fico a babar»

Foto: Getty Images
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A Fórmula 1 baniu as 'grid girls', mas no mundo dos motores o motociclismo poderá ser o 'freguês que se segue' a afastar as hospedeiras que estão junto dos pilotos. Miguel Oliveira não subscreve a ideia.

"Para mim não faz sentido. É algo que faz parte do glamour, do show, a maldade está na cabeça das pessoas que pensam de maneira diferente. Ninguém as obriga a estar lá. Elas querem ir, são pagas para isso, porque não? Se é uma opção delas... Não tiro nenhum benefício disso, não estou lá a olhar, não me fico a babar. O desporto motorizado é um mundo de homens. É muito mais apelativa uma mulher bonita com o nome de um patrocinador no peito do que um rapaz alto e loiro", afirmou o piloto português de Moto2 em entrevista ao 'Expresso'.

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Quando faltam cinco corridas para o fim da época e separado por apenas 19 pontos do líder do Mundial, Francesco Bagnaia, Oliveira está "tranquilo" nesta reta final.

"Há uma diferença entre sentir e ter a certeza [de que vai ser campeão]. Tenho trabalhado muito para isso, as coisas estão a correr bem, agora vêm corridas em que no ano passado comecei a explodir e tive três vitórias seguidas, portanto estou tranquilo, o que tiver de ser será. (...) Há uma particularidade interessante neste campeonato que não houve nos anos anteriores: o primeiro e o segundo classificados não estão a falhar em nenhuma corrida, ninguém está a cair, e é bastante óbvio que o título se poderá decidir em função de um erro durante a corrida. Não me posso dar ao luxo de falhar e ele também não".  

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