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Com dez Grande Prémios disputados e ainda com outros tantos pela frente, a KTM vai a caminho de registar a sua melhor temporada desde que entrou no MotoGP, depois de uma mudança de direção assumida de forma clara no final de 2022, com a entrada de Jack Miller para a estrutura. Para fazer o australiano entrar, a equipa austríaca teve de abrir mão de Miguel Oliveira e, olhando para trás, Francesco Guidotti assume agora que esse foi o único ponto do qual se arrepende na grande mudança operada.
"Com grande tristeza, ter de deixar sair um piloto rápido como o [Miguel] Oliveira, não termos conseguido encontrar uma solução. Contudo, era necessário mudar, porque com quatro pilotos apenas com experiência KTM entrámos num ciclo difícil de gerir. Precisávamos de alguém com uma experiência diferente, para nos ajudar a entender os problemas. A parte boa foi que o Jack Miller confirmou aquilo que já pensávamos. E, ao invés dar darmos curtos passos, conseguimos dar passos firmes em frente", explicou, em declarações à 'Gazzetta dello Sport'.
Até ao momento, em dez corridas, a KTM foi a equipa que mais vezes se intrometeu no domínio da Ducati, com Brad Binder a ser o atual 4.º colocado do Mundial de pilotos, com 160 pontos, a 29 de Jorge Martín, o 2.º, mas já a 59 de Pecco Bagnaia.
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