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À margem do primeiro dia de treinos no traçado de Sepang, para o Grande Prémio da Malásia, Miguel Oliveira voltou a falar da abordagem que recebeu da Honda para se mudar para a equipa japonesa e deixou claro que, apesar do oferecido não se adequar ao que pretendia, não ficou desapontado. De resto, o piloto da Cryptodata RNF aproveita para reforçar o compromisso com a Aprilia, mas aproveita para deixar um recado aos italianos: têm de se esforçar mais.
"[A proposta da Honda] Não, não é desapontante. É um negócio, eles olham para oportunidades, tal como nós. Por vezes as nossas expectativas não se enquadram com o que é oferecido, o que ao que o construtor pretende. Não estou desapontado", deixou claro o piloto português, em declarações ao Autosport.
Sobre a estratégia da Honda, Oliveira assume que nesta fase é complicado um piloto da atual grelha aceitar o que é proposto. "Eles querem um piloto para um ano e acho que atualmente é muito arriscado fazê-lo. Mesmo sendo o melhor construtor do mundo, com toda a capacidade financeira e humana para construir uma moto e uma equipa forte, diria que, como piloto, quebrar a relação com uma marca e ir para outra sem garantias de futuro é algo bastante difícil."
De resto, Miguel Oliveira assume a expectativa de, em 2025, dar o salto para a equipa de fábrica, já que os contratos atuais dos principais pilotos terminam. "Todos os pilotos acabam os atuais contratos de dois anos no final do próximo, por isso nessa altura tudo ficará em aberto. Só não vejo como seria possível arriscar tanto sem garantias de futuro. É difícil."
Por fim, o piloto português enalteceu o compromisso demonstrado por Maverick Viñales, um dos pilotos abordados pela Honda, mas que optou por focar-se na Aprilia. "É bom de se ouvir e é bastante bom. E quero que a Aprilia oiça isso, têm de se esforçar se me querem. É sempre bom que, por exemplo, a Honda, uma grande equipa, pense em ti. Significa que estás a fazer um bom trabalho. Mas o meu compromisso, já disse muitas vezes, é com a Aprilia. Tenho contrato para 2024. Para o futuro, não sei, tudo pode acontecer".
Por Fábio LimaItaliano passa a somar 81 pontos, mais 4 do que Jorge Martin
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