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O português Miguel Oliveira (Yamaha) disse esperar uma corrida difícil no Grande Prémio da Áustria de MotoGP, que este domingo terminou na 17.ª posição, mas admitiu ter sofrido "mais do que na corrida de sábado".
"Sabíamos que ia ser uma corrida difícil. Percebi no 'warm up' [aquecimento] que, com o pneu médio traseiro, íamos sofrer mais do que ontem [no sábado]. No arranque fiquei a patinar, fiquei logo muito para trás. Tentei gerir os pneus mas gastei-os na mesma, já não tinha pneus a meio da corrida", explicou o piloto natural de Almada, em declarações à Sport TV, frisando que, neste circuito, "os pontos fracos da mota são demasiado evidentes".
Segundo contou aos microfones da televisão portuguesa, o objetivo passou por aproveitar a corrida para "recolher dados e tentar perceber o que melhorar".
As quatro Yamaha terminaram nas últimas quatro posições, com o português a ser o penúltimo classificado, atrás das duas oficiais mas à frente do seu companheiro de equipa na Pramac, o australiano Jack Miller.
"Temos de estar todos alinhados sobre o ponto fraco da mota. Acredito que a Yamaha e os engenheiros, pela diferença que faz o Fábio [Quartararo], pensem que precisa de mais tração para sair das curvas mas, na minha opinião, é preciso também à entrada da curva", avisou o português.
Agora segue-se o Grande Prémio da Hungria, no próximo fim de semana, num circuito desconhecido para todo o pelotão.
"Acredito que pode ser melhor, é um circuito novo para todos. Uma das prioridades passa por conseguirmos ter a nossa relação de caixa e as mudanças no sítio certo logo desde o início, o que não vai ser fácil. É um circuito muito lento, com pouca fluidez", concluiu o português, 25.º classificado do campeonato, com seis pontos.
O espanhol Marc Márquez (Ducati), seis vezes campeão do mundo e que venceu a corrida de hoje, lidera, com 418, após 12 das 22 corridas do Mundial de motociclismo de velocidade.
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