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Para lá das palavras elogiosas de Hervé Poncharal e Pit Beirer, também Miguel Oliveira teve voz no documentário esta terça-feira apresentado pela KTM à margem da apresentação das novas motos. Numa declaração em jeito de partilha de testemunho da caminhada feita até aqui, o piloto Almada assumiu que passou por muitas dificuldades, mas que esses mesmos momentos complicados o fortaleceram para chegar aqui e também o ajudarão a ser mais forte em 2020.
"A minha jornada foi uma jornada longa, difícil, com muitos obstáculos, mas foi sem dúvida um sonho alcançado. Desde criança que foi o que sempre quis, desde que me sentei numa moto pela primeira vez. Sendo um piloto português tive de trilhar um caminho que ninguém tinha trilhado. Ser o primeiro português e o único até agora a chegar ao MotoGP é um dos fatores que mais me enche de orgulho, porque fiz algo inédito e único que vai ficar para a história. E isso deixa-me muito orgulhoso. Depois de todas aquelas dificuldades que todos os pilotos passam, a entrada na grelha do MotoGP foi certamente o concretizar de um sonho, mas sempre com os pés bem assentes no chão, porque é muito difícil mantermo-nos naquela grelha, porque é das mais competitivas que existem atualmente no desporto motorizado", começa por assumir o piloto português.
Integrado na formação satélite da KTM, Miguel Oliveira assume sentir-se numa verdadeira família. "É mais do que reconhecida toda a experiência e profissionalismo que envolve cada membro da equipa. Todos são espectaculares, desde o Hervé ao meu chefe de equipa, todos são fantásticos e sinto-me muito honrado por estar na família da Tech 3. Adaptar-me ao MotoGP não foi fácil e levei o meu tempo a perceber como conduzir a moto e adaptar-me ao estilo de condução e à dinâmica do MotoGP, mas julgo que um pouco antes de metade da temporada já consegui solidificar bem a minha velocidade, melhorar diversos aspetos que fomos trabalhando e julgo que a minha época foi bastante produtiva. Passei por momentos difíceis, nomeadamente a lesão, que me permitiram neste momento ser um piloto muito mais forte e acredito que todas as dificuldades que passámos em 2019 irão trazer-nos muitos resultados em 2020", assumiu.
A finalizar, o piloto natural de Almada mostra-se entusiasmado pelo caminho que a KTM está a trilhar. "Mostrou que quer ser grande no MotoGP. Enche-me de orgulho fazer parte desse trajeto. Esta época vai trazer um ambiente de equilíbrio entre toda a estrutura da KTM, entre as duas equipas, e julgo que estarão reunidas muito boas condições para fazermos uma moto ainda mais competitiva", concluiu.
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