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Está dado o tiro de partida para o Rali de Portugal deste ano, com um final de tarde e princípio de noite em Coimbra que gerou grande curiosidade e entusiasmo entre milhares de adeptos dos ralis e que permitiu a captação de uma imagem para a posteridade: pilotos e co-pilotos da categoria principal do WRC juntaram-se para uma foto de família na Biblioteca Joanina, da Universidade de Coimbra, que data do século XVIII.
A euforia começou por ser percetível pela adesão do público à sessão de autógrafos, onde os protagonistas não tiveram mãos a medir, e posteriormente pelo ambiente criado junto à Porta Férrea, onde decorreu a cerimónia oficial de partida, perante as entidades oficiais ligadas à organização do evento.
Houve muitos aplausos à passagem dos principais nomes da modalidade à escala global, com o momento especial da subida de Kris Meeke ao palanque. O britânico foi convidado pela Hyundai Portugal a ocupar o lugar de Craig Breen (falecido há quase um mês num acidente, na Croácia) no Campeonato Portugal de Ralis, tendo como co-piloto James Fulton, que era o navegador de Breen e saiu ileso do acidente.
"Por muitas razões, este será um rali especial", sintetizou Kris Meeke, que já venceu o Rali de Portugal, em 2016, na altura em representação da Citroën.
Os protagonistas pernoitam na zona centro, já que esta sexta-feira de manhã começa a competição propriamente dita no Rali de Portugal, com as classificativas de Lousã, Góis, Arganil, Mortágua e a novidade da superespecial da Figueira da Foz. A ação começa às 09h05, com a primeira passagem por Lousã.
Elfyn Evans, da Toyota, vai abrir a estrada ao longo das especiais desta sexta-feira, por estar empatado com Sébastien Ogier na liderança do campeonato de pilotos, com 69 pontos, sendo que Ogier não está a competir na prova portuguesa.
Por André Gonçalves