Ora aqui está o dia mais horrível do rali. De todos é o que gosto menos. É longo, a noite é demasiado curta. Temos que deixar os camarotes muito cedo para ficar à espera no corredor pelo acesso à garagem.
Já na garagem é uma dificuldade localizar o camião e chegar lá perto. É que os veículos estão todos estacionados tão juntos que não conseguimos circular entre eles. Aí continuamos à espera que abram as portas do barco para podermos sair. Quando saímos mostramos o passaporte carimbado à policia e o registo do camião, estacionamos e ....esperamos pela assistência. A dificuldade reside em arranjar um espaço onde o seu camião possa estacionar perto do nosso. Precisamos muito dele. Temos de abrir os sacos e reorganizar a bagagem, pensar em tudo o que nos faz falta para o dia... Nada pode falhar. A assistência tem pressa. Têm muitos quilómetros para fazer, querem fazer-se à estrada para chegar cedo... não sem antes tomar o pequeno almoço na tenda marroquina. Um pequeno almoço marroquino... continua a não ser o que preferia comer.
Vão-se embora e nós continuamos à espera, desta vez da nossa hora de partir para a ligação. Hoje a especial é pequena, são apenas cerca de 90 quilómetros. Sinto que ainda me falta o ritmo, ainda não estou a conduzir ao meu melhor nível. Terminado percurso cronometrados lançamo-nos à estrada. Temos cerca de 500 quilómetros pela frente o que significa muitas horas de caminho que fazemos a bom ritmo sem parar. Vamos chegar tarde ao acampamento, com muito frio e alguma impaciência. Ainda não estamos bem adaptados a isto. O corpo ainda não adquiriu o ritmo certo e o cansaço, talvez também provocado pela ansiedade, vem mais depressa e parece insuportável. .... E pensando bem, depois da alvorada às quatro da manhã e de um pequeno almoço marroquino, onde ficou o almoço? E o lanche? Passamos o dia a comer pequenas coisas que realmente não me satisfazem.
A partir de amanhã tudo se torna mais fácil.
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