Ontem, foi dia de verificações técnicas, último passo antes da partida do PAX Rally Lisboa-Portimão. Bem cedo pela manhã, no cenário do Parque Eduardo VII, mecânicos ultimaram os pormenores em carros e motas. A um dia do arranque, o impacto mediático e interesse do público torna a prova mais aliciante para pilotos e equipas.
O francês Luc Alphand, da Mitsubishi, diz que o objectivo é “sempre ganhar”, particularmente quando “ se está numa equipa com tradição vencedora”. A oposição dará “luta renhida” e é “muito forte”, afirma, a começar pelos companheiros de equipa. Um deles é o espanhol “Nani” Roma que está entusiasmado por actuar em Portugal, onde as especiais são “curtas e muito técnicas”, facto que lhe agrada particularmente e faz com que a prova de todo-terreno se assemelhe a uma corrida de WRC.
Nas duas rodas não se espera uma corrida menos dura e disputada. Um dos candidatos é Cyril Depres da KTM RedBull. O francês destacou a “boa capacidade” de Portugal a organizar provas “atractivas” para os pilotos. O facto de não estar a correr no deserto representa um desafio, porque “não se pode andar sempre a ‘abrir’” e o “piloto tem um papel decisivo”. Manifestou, ainda, o desejo de “fazer esquecer o início do ano”.