A crónica de Miguel Barbosa: A montanha pariu um rato

A crónica de Miguel Barbosa: A montanha pariu um rato

Ter dois concorrentes separados por um segundo a dois dias do final alimenta um entusiasmo enorme, mesmo que essa disputa não aconteça nas disciplinas mais mediáticas como são a das motos e a dos autos. Infelizmente esse polo de atração ruiu logo no início da etapa. Se eu fico desapontado porque indefinição até ao final é o que mais se deseja numa competição, imagino a frustração imensa que devem estar a sentir milhares de argentinos que, seguramente, estavam no troço cronometrado e nas ligações preparando-se para festejar o sucesso de um piloto que, por ter passado pelo mundial de ralis, tem bastante notoriedade no seu país.

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