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Desde há alguns anos habituei-me a acompanhar um Dakar que tinha sempre portugueses em destaque nas motos. Depois de tudo o que aqui escrevi ontem não tenho palavras para exprimir o que sinto após o acidente do Joaquim Rodrigues. Em primeiro lugar faço votos para que não seja grave o seu estado e que recupere depressa. Sei que os portugueses irão voltar em força, mas este ano foi mau de mais.
Desportivamente temos um Sam Sunderland apostado em renovar o título desde o primeiro dia, um Nasser que voou fazendo um tempo canhão e os Peugeot penso eu estrategicamente deixarem-se ficar um pouco para trás, talvez de mais, mas poderão ganhar com isso na 2ª etapa bem mais longa e toda de areia.
Não sendo propriamente um prólogo de meia dúzia de quilómetros esta era uma etapa onde havia pouco a ganhar e muito a perder pelo que os restantes resultados estão todos dentro que que seria expectável.