A cor das camisolas pode ser apenas um pormenor, mas para os responsáveis dos Pittsburgh Steelers é mais um fator para ajudar a equipa a atingir um marco da história na NFL (a Liga profissional de futebol americano): tornar-se na primeira a conseguir ganhar o Super Bowl por seis vezes. Daí que os Steelers tenham voltado a escolher as camisolas brancas, o seu equipamento secundário, as mesmas que lhes valeram a conquista do título em 2006.
Pela primeira vez na final mais mediática do desporto norte-americano, amanhã (23 horas, na Sport TV1 e Sport TV HD), em Tampa Bay, os Arizona Cardinals pouco beneficiam pelo facto de terem sido designados a equipa da casa. Aliás, é a sua maior estrela, o quarterback Kurt Warner, a definir as expectativas da equipa encarnada. “O jogo é algo de especial. O que é preciso é que os nossos atletas estejam à altura e façam o seu melhor”.
Warner, de 37 anos, sabe bem o que é ganhar o Super Bowl, mas não ignora que lidera uma jovem equipa, ainda inexperiente nestas andanças e cuja maior qualidade esta época foi a forma como atacou os adversários.
Pittsburgh conhece bem o ambiente do Super Bowl. Os jogadores do atual plantel estiveram na sua maioria na última conquista (21-10 sobre os Seattle Seahawks, em 2006), apesar de ainda subsistir uma dúvida para amanhã: Hines Ward. O wide receiver, MVP da final de 2006, lesionou-se num joelho no primeiro quarto da final de conferência com os Baltimore Ravens e só à última hora se saberá se joga.
“Ele vai jogar. Primeiro, porque isto é o Super Bowl. Segundo, por se tratar de Hines Ward”. As palavras de confiança pertencem a Ben Roethlisberger, o quarterback dos Steelers, que não se importa de dividir o estrelato com Ward, um jogador amado pelos seus e odiado pelos adversários.
Filho de um soldado negro norte-americano e uma sul-coreana, Hines Ward, de 32 anos, é uma peça fulcral no esquema ofensivo de Pittsburgh – recolheu 81 passes esta época e conseguiu 7 touchdowns (ensaios) –, apesar de a equipa receber no plano defensivo os maiores elogios. Talvez por isso, Roethlisberger não sente a pressão de tudo estar nas suas mãos. “Sei o que aconteceu de bem e de mal na última vez. Domingo quero divertir-me e vou encarar este jogo como se fosse o último da minha carreira.”
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