Os canoístas José Ramalho (K1) e Nuno Barros (C1) desiludiram nos Mundiais de Maratonas, com o 8.º lugar e desistência nas duras provas que decorreram em Singapura.
Com apenas três dias para se adaptarem a um fuso horário de sete horas e sujeitos a temperaturas e humidade elevadas, os campeões da Europa revelaram-se incapazes de defender o estatuto, que, no caso de Nuno Barros, consistia ainda na tentativa de revalidar o título mundial.
As fortes adversidades que afetaram especialmente os canoístas europeus forçaram Nuno Barros (CN Ponte de Lima) a abandonar a meio da prova.
Mais tarde, José Ramalho foi igualmente sujeito a duras condições, mas ainda assim aguentou no grupo da frente até … última volta.
Ainda tentou atacar, mas não teve forças e terminou no oitavo posto numa prova muito dura que ditou a desistência do espanhol Manuel Busto, o "monstro" das maratonas com 10 títulos de campeão do Mundo.
Portugal termina assim os mundiais com uma medalha de prata do júnior Nuno Quintela em C1, sendo que o K1 sub-23 Alfredo Faria foi quinto e o K1 júnior Ricardo Ferreira sexto.
A equipa de maratonas contribuiu com quatro medalhas para o novo "recorde" de 24 pódios que a canoagem conquistou numa época desportiva em importantes provas internacionais.