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A esgrima nacional gravou ontem, a golpes de florete, uma marca histórica no Desporto português ao alcançar, por intermédio de João Gomes, Hugo Miranda e Álvaro Monteiro, um excelente oitavo lugar nos Mundiais de Lisboa, que terminam hoje no Pavilhão Atlântico.
Uma saga lusitana que só não chegou mais longe porque cruzou o caminho da Alemanha, a selecção que horas mais tarde se sagraria campeã do Mundo com uma superioridade incrível, expressa na final com 21 pontos de diferença sobre a França (45-24).
As coisas até começaram bem para Portugal que às oito e meia da manhã se serviu de um pequeno-almoço centro-americano, despachando a modesta equipa de El Salvador por 45-10.
Um bom aquecimento para os floretistas lusos que depois tiveram de lidar com uma equipa norte-americana muito complicada. Tanto assim que começou a vencer, com Kellner a superiorizar-se a Álvaro Monteiro por 5-4. Felizmente, neste caso, foi a excepção que confirmou a regra. E a regra estava escrita em bom português. João Gomes começou a soletrá-la, dando a volta ao marcador para 9-7 a favor da equipa lusa. A partir daí, Hugo Miranda e Álvaro Monteiro pegaram na cartilha e continuaram a lição, nunca mais consentindo a aproximação dos “ianques”. O derradeiro toque, de João Gomes, ratificou a passagem ao quadro de oito.
A “explosão” que se seguiu chamava a atenção até aos mais distraídos que algo especial havia sido alcançado. Os gritos “Portugal, Portugal” ecoaram pelo pavilhão, abraços e beijos trocados.
Alemanha de Campeões
Agora tudo se complicava. Muito. Francisco Baptista, o mestre de João Gomes já tinha avisado: “Naquele banco (o alemão), estão sentados três campeões do Mundo e todos nos primeiros dez lugares do ‘ranking’ mundial.”
Lars Schache, Andre Wessels e o famigerado arqui-rival de João Gomes, Ralf Bissdorf. Um alinhamento de respeito. Mesmo sem conhecer o seu valor, bastava atentar ao ar confiante e quase descontraído com que entraram para o jogo com Portugal para perceber que dificilmente os floretistas lusos sairiam vitoriosos. Os factos confirmaram-no. Um combate sem história, com os germânicos a liderar sempre e a vencer por claros 45-28.
Depois, foi o “jogar para trás”, com os portugueses, já sem a mesma motivação a capitularem ante a Polónia (36-45) e a Áustria (42-45), fechando a sua participação no oitavo posto.
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