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A Selecção Nacional defronta a República Checa amanhã, às 15 horas, no Estádio Universitário de Lisboa, num jogo para o qual parte com vários objectivos dependentes de um só factor: vencer.
Ganhar ao “15” de Leste significará manter a invencibilidade no Torneio Europeu das Nações após triunfos contra a Ucrânia (36-6) e a Geórgia (18-14); conquistar pontos fundamentais na corrida ao apuramento para o Mundial’2007. Por último, mas não necessariamente em último, alcançar para o râguebi nacional o seu melhor “ranking” mundial de sempre.
Portugal ocupa o 17.º lugar da hierarquia e, com uma vitória frente as checos, subirá a um inédito 16.º posto, ultrapassando os EUA. “É o que podemos chamar de ‘jogo três em um’. Toda a equipa tem consciência disso”, afirma o seleccionador Tomaz Morais, alertando para as dificuldades: “Na última vez que jogámos com a Rep. Checa vencemos (13-8) nos minutos finais. Trata-se de uma equipa muito forte fisicamente, lutadora e que pratica um râguebi fechado. Teremos de manter-nos concentrados”, considera.
A única alteração relativamente à derradeira convocatória, refira-se, é o regresso de Paulo Santos e a saída de José Carlos Sequeira, por não se encontrar fisicamente apto.
Neve condiciona preparação
A equipa da Rep. Checa pretendia iniciar a preparação em Lisboa três ou quatro dias antes do jogo, mas só na quarta-feira à noite, devido à neve, conseguiu reunir-se na capital portuguesa, viajando em três voos separados. Ontem, na apresentação da partida, no Instituto Superior de Agronomia, Eduard Krützner, o presidente da federação checa, atribuiu o favoritismo ao “15” luso. Embora sendo a 6.ª melhor selecção europeia (Portugal é 2.º), na Rep. Checa o râguebi é pouco popular – tem 2.500 praticantes.
Porto-Lisboa no percurso de Ferreira
Conciliar trabalho e profissão faz parte da rotina diária da esmagadora maioria dos atletas da Selecção Nacional.
Joaquim Ferreira, o mais internacional (56) dos seleccionados para o duelo com a Rep. Checa, conhece o significado da palavra sacrifício. “Tenho de sair do Porto às 16.30 para treinar em Lisboa ao fim da tarde; de seguida vou jantar e regresso ao Porto, onde chego por volta das 2 da manhã. No dia seguinte, às 7, já estou acordado para ir trabalhar”, descreve o pilar da Selecção e do CDUP, empresário têxtil de profissão. “É um ritmo exigente, mas com esforço tudo se consegue”, acrescenta o jogador de 30 anos.
Com 56 internacionalizações, Joaquim Ferreira considera que o seu papel passa, sobretudo, por “acalmar os ânimos e controlar as euforias. Tento transmitir calma ”, refere, satisfeito com a evolução registada no râguebi português. “Temos um conjunto mais competitivo, vários furos acima do nível do campeonato nacional. O núcleo do grupo tem vindo a manter-se, os jogadores novos entram rapidamente no ritmo”, diz.
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