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Samuel Amorim: «Medalha foi muito difícil de conquistar»

A C2 Nuno Quintela/Samuel Amorim destacou este sábado o "esforço e persistência" que estiveram na base da sua medalha de prata nos Mundiais de maratonas em canoagem, que decorrem em Roma.

"Esta medalha foi muito difícil de conquistar. É o resultado de muito esforço, persistência durante os treinos. Trabalhámos em equipa para a alcançar. No fim, foi um resultado muito bom", resumiu Samuel Amorim, que sexta-feira tinha sido também prata em C1.

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Nuno Quintela poupou-se na véspera para este sábado ter energia suplementar para a dupla contrariar o favoritismo dos húngaros na prova de 17,2 quilómetros: "Sabíamos que tínhamos possibilidades de chegar ao ouro. Se calhar era difícil, como em todas as provas, mas lutámos até ao fim".

"A largada correu-nos muito mal. Chegámos em mau lugar à primeira portagem (zona em que os atletas saem da água para correr uns 100 metros com o caiaque e voltar ao rio), mas fomos sempre a subir, a recuperar. Foi muito esforço. Demos o máximo", assegurou.

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Quintela não quer perspetivar o futuro, que dita a passagem a sénior na próxima época, mas Amorim diz que a transição vai ser "natural".

"Vai ser muito bom. Natural. A competitividade entre atletas vai aumentar. Conseguiremos evoluir muito mais. As provas são muito mais competitivas. Vai ser muito bom para Portugal e para nós. Não é nenhum 'bicho-de-sete-cabeças'", concluiu.

Nuno Quintela e Samuel Amorim terminaram a prova em 1:20.15 horas, ficando a 22 segundos dos húngaros Richard Schmidt e Adam Fekete e com 1.52 minutos de avanço para a dupla de Espanha.

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A manhã marcou igualmente o surpreendente desempenho do K2 júnior Miguel Rodrigues/João Figueiredo, que terminou em quarto lugar.

Os campeões da Europa José Ramalho (K1) e Nuno Barros (K1), bem como Fernando Pimenta (K1) são esperanças para mais medalhas este sábado.

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