O modelo Pedro Guedes entrou para a casa do Big Brother VIP e, logo na apresentação do novo “reality show” da TVI, assumiu que o seu passatempo predileto é mesmo o poker. O que o maioria dos portugueses desconhece é que este famoso que agora vai andar diariamente nos ecrãs e capas de revista possui alguns resultados de monta nas mesas, nomeamente um triunfo no side event de 500 euros de entrada no Poker Open de Budapeste que lhe rendeu 16 mil euros de prémio.
Mesmo sendo uma paixão que partilha com o seu irmão gémeo Ricardo Guedes, o “mano grande” das fichas é mesmo o Pedro, que junta a essa vitória, ocorrida em 2010, um lugar premiado na etapa de Vilamoura do European Poker Tour. Foi no mesmo ano e, tendo terminado o evento principal, de 5.300 euros de buy-in, no 51.º lugar, recebeu um retorno de 7.263 euros. Dado que, em virtude dos seus múltiplos afazeres, nem sempre consegue manter presença regular nos torneios nacionais, Pedro Guedes, que faz 34 anos a 1 de maio, a partir daí só somou um 16.º lugar no Casino Estoril Poker Challenge, em 2011, que lhe deu satisfação desportiva mas acompanhada de uma verba simbólica de 381 euros .
Não se pense, no entanto, que o outro irmão, Ricardo Guedes tem motivos para se sentir menorizado. Tendo em conta que ambos decidiram testar as águas em Las Vegas, nas World Series of Poker, nesse terreno inóspito apenas o mano que não está confinado na Venda do Pinheiro conseguiu chegar ao dinheiro. Foi no evento #56 de 2011, tendo Ricardo ficado na posição 236 entre 3.389 inscritos, encaixando 3.202 dólares (cerca de 2.500 euros ao câmbio atual). O outro sucesso do seu registo aconteceu no Poker Open de Valência, onde através de um side event chegou ao pódio, ficando em 3.º lugar e recebendo 3.740 euros.
O curioso do regresso de Pedro Guedes à ribalta mediática, através da participação no Big Brother VIP, foi a imagem que passou da modalidade, contrariando perante uma vasta audiência o conceito de tratar-se de um jogo de sorte e azar, e explicando o quanto teve de se dedicar para ter rendimento nas mesas.
“Por causa do póquer tive de voltar a estudar. Aquilo é mais do que parece. Tive de aprender probabilidades, estatísticas, treino neuro-fisiológico e linguagem corporal. Ou seja, aprender a ler o que uma pessoa está a pensar sem te dizer”, explicou o manequim, sem necessitar de revelar que, apesar de idolatrar o canadiano Daniel Negreanu, o grande impulsionador da sua evolução foi André “Wade” Santos, um jovem jogador profissional português que na altura apadrinhou os irmãos Guedes.
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