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Importância do challenger em Lisboa

"Se não conseguíssemos organizar o Challenger de Lisboa, muito provavelmente não teríamos tão cedo em Portugal outra prova internacional." A ideia é avançada por Ricardo Oliveira, líder da Federação de Padel, que vai promover, entre 30 de maio e 5 de junho, o Challenger de Lisboa, no Clube VII.

Depois de ter sido cancelada a etapa do ano passado do World Padel Tour, após as edições de 2013 e 2014, Oliveira considera que é importante o facto de haver uma nova oportunidade para os jogadores portugueses. "O padel em Portugal está a ter uma evolução notável, com um crescimento na ordem de 70 por cento ao ano em número de praticantes. Não há outra modalidade que esteja tanto na moda. Por isso, era importante garantir a organização de um Challenger. Se voltássemos à estaca zero, seria difícil ter outra prova. Organizar o Challenger era a nossa única opção", explica o líder federativo.

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Apesar de ser uma prova da categoria mais baixa do calendário,, vai de encontro aos interesses competitivos dos jogadores portugueses."Para 2017, em vez de um Challenger, queremos fazer um Open, aproveitando a embalagem do Mundial, que será disputado em Portugal."

João Lagos à frente do Mundial

Antigo organizador do Estoril Open em ténis, João Lagos vai assumir a organização do Mundial de 2017, em Lisboa.

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"Quem vai estar à frente é o meu amigo e empresário João Lagos, que nos está a ajudar na organização do Lisboa Challenger como consultor. Para o Mundial, que será entre 14 e 19 de novembro, será ele o organizador, embora a federação de padel lhe dê todo o apoio e colaboração", precisa Ricardo Oliveira, acreditando que o padel em Portugal ainda tem muito espaço para crescer.

Por Norberto Santos
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