Francisca Veselko alcançou, esta madrugada de sábado, um honroso sétimo lugar no Lexus Pipe Challenger, no Havai, que é a sexta e penúltima etapa do circuito Challenger Series da WSL. A surfista portuguesa conseguiu chegar às meias-finais na famosa onda de Pipeline, que se estreou no circuito Challenger Series, e deu um passo muito importante para garantir a qualificação para o circuito mundial do próximo ano.
Num último dia muito intenso nos famigerados tubos havaianos, em que Portugal teve três surfistas em ação, Kika acabou por ser a que mais se destacou, reforçando a quarta posição do ranking, que continua a ser liderado pela compatriota Yolanda Hopkins – já qualificada para o CT 2026.
Com Yolanda Hopkins e Teresa Bonvalot a serem eliminadas na ronda 2, terminando ambas no 17.º lugar na classificação final, Francisca Veselko foi a única representante nacional a conseguir avançar na prova, colocando-se na luta pelo triunfo. Numa prova que contou com a presença de várias surfistas da elite mundial, incluindo a atual campeã do Mundo, a australiana Molly Picklum, a jovem portuguesa superou duas rondas e apenas foi travada nas meias-finais, numa bateria em que se ficou pelos 4,07 pontos, contra os 7,17 de Gabriela Bryan, que viria a vencer o evento, e os 9,50 da canadiana Erin Brooks, que seria vice-campeã deste Pipe Challenger – ambas competem no circuito mundial feminino.
Os 4545 pontos amealhados por Kika Veselko permitem que a portuguesa fique muito próxima de assegurar uma das sete vagas para o World Tour 2026, numa altura em que ainda falta disputar-se uma etapa deste circuito Challenger Series. A australiana Sally Fitzgibbons, com 26.410 pontos, já está oficialmente qualificada e Kika surge logo atrás, com 24.510 pontos, com uma vantagem acima de 5.000 pontos para o corte do top'7. Algo que, embora ainda não de forma oficial, a coloca realisticamente na elite mundial do próximo ano.
Teresa Bonvalot também ainda entra nestas contas, embora tenha caído do 12.º para o 13.º lugar do ranking, com 16325 pontos, estando, agora, a 2060 pontos do top 7 mundial. Ainda assim, com 10.000 pontos em disputa na etapa final, que irá acontecer de 9 a 15 de março em Newcastle, na Austrália, um resultado forte da campeã nacional poderá facilmente colocá-la no top 7, fazendo com que Portugal qualifique três surfistas para o circuito mundial do próximo ano.
No lado masculino, a armada lusa esteve apenas representada por Afonso Antunes, que foi eliminado na ronda 2. Afonso sai de Pipeline no 72.º posto do ranking, muito perto do 65.º de Frederico Morais, que esteve ausente da prova havaiana. Ambos estão já arredados das contas da qualificação masculina para o World Tour 2026.
Por João Vasco NunesPortuguesa está às portas da qualificação para o circuito mundial
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