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edro Miguel Moura, presidente da Federação Portuguesa de Ténis de Mesa, recusou-se a fazer qualquer comentário acerca da intenção da Associação de Ténis de Mesa de Lisboa em impugnar a eleição dos delegados, na assembleia realizada a 4 de março deste ano.
"Trata-se de um assunto do foro exclusivo da mesa da assembleia geral. Não vou acrescentar mais nada", disse a Record o líder federativo, eleito para mais um mandato de 4 anos em novembro do ano passado.
Num documento a que o nosso jornal teve acesso, o pedido de impugnação surge agora por só no dia 14 de março ter sido disponibilizada a ata de apuramento dos resultados finais.
Segundo a direção da Associação de Ténis de Mesa de Lisboa, verifica-se uma "desconformidade notória entre o número de votantes e os votos expressos" no caderno eleitoral.
A associação lisboeta requer "que o ato eleitoral seja anulado e que sejam consideradas sem efeito todas as assembleias gerais subsequentes e deliberações tomadas nas mesmas".