Cronómetro avança... já

• Foto: Getty Images

Está confirmado: duas das regras testadas pelo ATP nas NextGen Finals, em Milão, vão mesmo avançar já a partir do início da próxima época, no Open da Austrália.

A mais popular – e uma das poucas quase unânimes entre os jogadores – é o cronómetro que vai contar o tempo entre os pontos. Pela 1ª vez na história, cada tenista terá apenas 25 segundos, devidamente contados, entre serviços, que a não serem cumpridos vão merecer uma advertência (e possível ponto e jogo de penalização) por parte do árbitro de cadeira.

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A outra medida aprovada pelo ‘Grand Slam Board’ é o encurtar do período de aquecimento. A partir de agora, os jogadores têm apenas um minuto entre o momento em que entram em court e o início do aquecimento, que se mantém em 5 minutos. Concluídos esses tempos, cada jogador tem apenas mais 60 segundos, cronometrados, até começar o primeiro ponto da partida.

Estas duas medidas pretendem acelerar o ritmo do jogo quebrando os tempos mortos que, na opinião dos responsáveis da Federação Internacional (ITF), fazem o espectador perder o interesse.

Mas há mais mudanças para além das já testadas: um jogador que desista antes da 1ª ronda no local do torneio vai receber metade do prize-money. Quem optar por entrar em court lesionado e desista no 1º encontro é penalizado com uma multa que pode ir até ao valor do prize-money. Esta medida pretende reduzir o número de jogadores que entram em prova lesionados nos Grand Slams apenas para ‘colher’ o cheque. Todas as mudanças aplicam-se apenas aos torneios do Grand Slam.

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Em 2019, os Grand Slams a passam ainda de 32 para 16 cabeças-de-série, como até 2001.

Por José Morgado
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