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Fernando Henriques Feijão, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, defendeu esta terça-feira, na Maia, naquela que foi a última sessão dos dois dias do Congresso Nacional Olímpico, que “o alto rendimento deve ser encarado como mais um parceiro de divulgação e promoção do país no exterior”.
Dentro de um painel de outros presidentes federativos, Fernando Henriques Feijão reconheceu que já se começa a falar da “economia do desporto, mas ainda pouco ou nada se fez neste campo”.
“O desporto e particularmente o desporto de alto rendimento ainda não está a ser devidamente valorizado pelos consumidores, pelas empresas e pelo Estado, que daí colhe inúmeros benefícios, como a cobrança de impostos que resulta da atividade gerada pelas federações e, principalmente, a promoção do país no exterior e a difusão da prática desportiva junto da nossa sociedade ”, defendeu.
Para o presidente da FTP, o Estado ainda não percebeu que em vez de subsídios, deve encarar o apoio financeiro ao desporto e ao alto rendimento como o preço a pagar pelo serviço que este presta ao país, no fundo, “o preço a pagar pela valorização que o Alto Rendimento traz à nossa sociedade”.