A força de vontade do médico-jogador

A força de vontade do médico-jogador
• Foto: SIMÃO FILHO

Hugo Gaspar é um dos jogadores mais importantes do voleibol português, sendo também um dos imprescindíveis no plantel do V. Guimarães, mesmo quando não se encontra nas melhores condições. No fim-de-semana passado, defrontou o Benfica com um joelho inchado – “esta semana já recuperei”, esclareceu –, e o cansaço também não lhe dá descanso. Não só pela sobrecarga de jogos devido à participação na Liga dos Campeões, mas também pela sua vida profissional.

Desde o início de Janeiro, Hugo Gaspar encontra-se a trabalhar no Hospital de Vila Real a fazer o internato médico. Faz todos os dias 200 kms entre a capital do Nordeste Transmontano e Guimarães.

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“Esta situação terminará agora, pois a partir de Fevereiro vou trabalhar em Famalicão. Alivia bastante”, sublinha o jogador, para quem a situação estava a chegar ao limite. “Não sei quanto tempo aguentaria mais”. Para Gaspar, conciliar o voleibol com a profissão de médico só tem sido possível devido à “força de vontade. Não somos profissionais”.

Na dupla jornada do fim-de-semana, o V. Guimarães desloca-se hoje ao reduto do líder do Campeonato Nacional, Sp. Espinho, Amanhã, os minhotos defrontam o Castelo da Maia, enquanto os vice-campeões visitam o Vilacondense.

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