FC Porto e Benfica vão desfazer dúvidas para ver quem defronta Sp. Braga na final do Campeonato feminino

Dragão Arena recebe a negra das meias-finais do playoff onde o fator casa não tem tido influência

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FCP-SLB • Foto: Movephoto

O Benfica, campeão nacional feminino, tem esta quinta-feira (20h30) a possibilidade de permanecer vivo na defesa do título, mas a tarefa é complicada, na visita ao Dragão Arena para defrontar o rival FC Porto, nas meias-finais do playoff, que se encontra empatado (2-2).

O fator casa não tem tido influência nas contas, pois no 1.º jogo as águias venceram na Invicta (3-2), depois perderam na Luz (0-3), tendo-se registado mais dois desfechos intercalados (3-2) com triunfos do Benfica e do FC Porto, sempre na condição de visitantes.

Vai ser um clássico decisivo, para se ver quem vai à final frente ao Sp. de Braga, que eliminou o Sporting, por 3-0.

Henrique Furtado, treinador do Benfica, não encontra justificação para o sucedido:   "É difícil de explicar. Foram momentos diferentes. As equipas têm jogadoras com muita experiência e outras são jovens. Não se trata de jogar bem fora de casa e jogar mal em casa. Foi uma grande luta. A segunda partida, jogámos abaixo do que poderíamos, mas foi um equilíbrio muito grande em todas as séries. Independentemente de onde jogámos, foi muito equilibrado. Foram três 3-2, três jogos decididos na negra. Aconteceu para os dois lados e espero que continue assim, pois espero ir buscar a vitória ao Porto", afirmou o técnico, em declarações à BTV.  

Kelsey Veltman, central canadiana do FC Porto, deu o mote para a partida, em declarações ao site dos dragões: “Estamos muito confiantes e somos muito ambiciosas. Vai ser um jogo difícil, mas são as meias-finais e temos de nos lembrar disso para darmos o nosso melhor. Temos de estar a 100%. Não queremos sair do jogo arrependidas, por isso temos de dar o nosso melhor e tentar divertir-nos enquanto jogamos. A chave para o jogo vai ser manter a calma e a sensatez. Vai ser um jogo muito emocionante, repleto de altos e baixos, mas temos de nos lembrar do que fazemos nos treinos e tentar aplicá-lo nos jogos. Jogar em casa é uma grande vantagem, porque temos muito apoio dos nossos adeptos. O barulho no pavilhão é ensurdecedor e isso dá-nos muita energia e ajuda-nos a seguir em frente.”

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