O distribuidor do Sp. Espinho é, aos 40 anos, o mais velho jogador do campeonato. Começou a praticar voleibol com apenas 6 e dividiu a carreira entre o pavilhão e a praia. Contabiliza, entre outros troféus, 14 títulos nacionais, uma Taça europeia e três presenças nos Jogos Olímpicos.
RECORD – Se não tivesse sido voleibolista, hoje seria o quê?
MIGUEL MAIA – Estaria certamente ligado ao desporto. Fui criado na rua, onde antigamente era permitido brincar, porque não havia perigos. Foi ali que pratiquei quase todas as modalidades. Era, e sou, fanático por futebol, por isso posso arriscar que teria seguido a carreira de futebolista. No entanto, se não fosse como atleta, seria professor de educação física.
R – É jogador de voleibol por influência de familiares ou foi por acaso? A verdade é que em Espinho e arredores respira-se voleibol...
MM – A minha família era toda virada para o desporto, nomeadamente para o voleibol. Tenho primos que já praticavam a modalidade na Ac. Espinho, onde o meu pai já era dirigente. Para além disso, fui criado efetivamente numa cidade em que se respira voleibol e onde, arrisco dizer, em todas as famílias existia uma pessoa que jogava ou tinha jogado. Cidade pequena, dois clubes de referência na modalidade, uma praia onde se podia praticar durante o verão e mais a criatividade que tínhamos em jogar na rua, com os portões das casas a fazer de rede ou com um fio amarrado numa árvore e depois preso a uma janela.
Leia esta entrevista na íntegra na edição impressa de Record desta terça-feira
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