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Portugal volta a estar presente no Campeonato do Mundo de voleibol de praia, que começa na sexta-feira, no México, pela dupla João Pedrosa e Hugo Campos, 16 anos após a última participação de Miguel Maia e João Brenha.
Os sucessores de Maia e Brenha na praia estreiam-se na sexta-feira frente a Thomas Hodges e Zachery Schubert, pelas 21h30 (horas portuguesas), que já defrontaram este ano no Challenge de Saquarema, no Brasil, tendo a vitória pertencido aos australianos.
"Estamos muito contentes, como é natural, por estarmos aqui, no campeonato do Mundo. Nem nos nossos melhores sonhos pensávamos que isso fosse possível, e agora aguardamos por podermos entrar em ação com ansiedade, mas uma ansiedade boa", afirmou João Pedrosa, de 23 anos.
A emergente dupla bicampeã nacional tem alcançado resultados significativos a nível internacional, dos quais se destaca a medalha de bronze nos recentes Jogos do Mediterrâneo de praia e a de ouro conquistada no Challenge de Edmonton, no Canadá.
"Queremos muito entrar em campo e representar Portugal da melhor maneira. Estamos muito felizes, porque isto significa o reconhecimento do nosso trabalho", disse João Pedrosa, afirmando que a dupla vai "continuar a trabalhar e a dar o máximo".
Questionado sobre os adversários no Grupo B, no qual os portugueses estão inseridos, Hugo Campos destacou a dupla sueca sensação formada por David Ahman e Jonatan Hellvig, que, no seu entender, "é uma das favoritas a ganhar a competição".
"Os australianos Hodges e Schubert já defrontámos e conhecemos muito bem e a dupla do Equador ainda está em fase de estudo. Como já é habitual, vamos entrar em todos os jogos para dar o nosso melhor e para lutar pela vitória", considerou Hugo Campos, de 22 anos.
A dupla portuguesa, que surge no México a convite ('wild card') da organização, inicia a sua participação na sexta-feira frente aos australianos Hodges e Schubert, que, em 2023, foram campeões asiáticos e venceram o Challenge de Jurmala, na Letónia.
No domingo, Pedrosa e Campos defrontam os suecos David Ahman e Jonatan Hellvig, de 21 anos, que este ano já venceram o Elite 16 de Hamburgo (Alemanha) e o Elite 16 de Tepic (México), bem como as últimas edições do Campeonato da Europa, em Viena, na Áustria, em 2023, e em Munique, na Alemanha, em 2022).
A dupla portuguesa encerra a fase de grupos do Mundial na segunda-feira frente aos equatorianos Dany Leon e Marcos Angulo, nonos classificados nos V Jogos Sul-Americanos de Praia e quintos nas finais dos Campeonatos Sul-Americanos, em 2023.
O Mundial será disputado por 48 duplas, distribuídas por 12 grupos de quatro, sendo que os dois melhores classificados de cada apuram-se diretamente para a fase seguinte.
A estas 24 duplas juntam-se mais oito, perfazendo a primeira ronda a eliminar de 32. As quatro duplas que terminarem com melhor índice na terceira posição de cada grupo e as quatro provenientes da repescagem a oito. O quarto lugar dita a eliminação.
As 32 duplas apuradas disputam, em seguida, a primeira fase a eliminar, que irá ditar as 16 duplas classificadas para os oitavos de final. Seguem-se os quartos de final, meias-finais e final, sendo que o jogo da consagração decorre em 15 de outubro.
A 14.ª edição do Mundial realiza-se em Tlaxcala, no México, de sexta-feira a 15 de outubro, e, além dos bicampeões nacionais e do selecionador nacional Leonel Gomes, estarão presentes o árbitro Rui Carvalho e o Delegado de Arbitragem da FIVB José Casanova.
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