Pese embora as alterações que as equipas vão operando nos plantéis, o panorama do voleibol nacional não tem mudado muito, ou seja, os candidatos ao título de campeão nacional são os mesmo há vários anos, uns com mais argumentos que outros, mas são sempre os suspeitos do costume.
O Sp. Espinho, com 17 títulos, é o clube com mais campeonatos conquistados, sendo também o atual detentor do cetro. Parte para esta temporada com as mesmas ambições, mas com um plantel totalmente renovado, no qual só três jogadores transitam da época passada: os habituais titulares Miguel Maia e Hugo Ribeiro e ainda Bruno Gonçalves. Os tigres, de resto, já tiveram um dissabor este ano, ao cederem perante o Castelo da Maia (1-3) na Supertaça disputada na Póvoa de Varzim. Os campeões nacionais, que este ano terão ao leme o ex-atleta João Brenha, reforçaram-se essencialmente com mão-de-obra brasileira.
Quem aproveitou a razia verificada no plantel do Sp. Espinho foram Benfica e V. Guimarães, que ficaram com os jogadores mais preponderantes da época passada dos tigres. As águias contrataram Flávio Cruz, e também o ex-maiato Hugo Gaspar, enquanto os minhotos seguraram logo três ex-espinhenses: o cubano Tomás Aldazabal, o brasileiro Fabrício Silva e o Roberto Reis. Os maiatos, por sua vez, que já mostraram grande entrosamento na Supertaça, “pescaram” dois brasileiros em Espanha e um argentino (Lucas Gregoret), que foi um dos melhores na Póvoa de Varzim.
Outsider
Neste enquadramento dos favoritos há sempre um ‘outsider’ e em Portugal também é sempre o mesmo. Falamos do Fonte Bastardo. A equipa dos Açores reforçou-se igualmente em qualidade, destacando-se o regresso a Portugal do cubano Luís Samuels e também de Eurico Peixoto, que estava em França.
As restantes equipas tentarão cumprir os serviços mínimos, ou seja, assegurar a manutenção num novo sistema de disputa [ver outra peça]. O Clube K, dos Açores, está de regresso ao escalão principal, por troca com o Sp. Caldas.
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