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Numa descontraída entrevista com um youtuber brasileiro Cristiano Ronaldo ficou a saber que no Brasil, país onde tem muitos fãs, é conhecido por 'Robozão', vulgo 'máquina de fazer golos'. Além de ter falado das cinco Bolas de Ouro, e da ambição que tem de ganhar mais, o internacional português abordou outros temas, mais pessoais...
O que é que você faz fora do futebol?
"Em casa controlo a minha vida. Vejo o que quero, faço o que quero e tento educar-me à maneira que quero. É raro ver futebol, só se for um jogo muito importante ou de algum amigo; tento ver outras coisas. Gosto de filmes, séries, documentários, concertos... Gosto muito de viajar. É difícil, não passas despercebido, mas sempre se consegue."
Sente orgulho do que vê ao espelho?
"Tens de gostar de ti. Tens de ter autoestima, tens de valorizar-te. Não vou dizer que sou um príncipe encantado, mas olho ao espelho e gosto de me ver."
Tem algum sonho por realizar na sua vida pessoal?
"Sinceramente, acho que não. Tudo o que sonhei alcancei no futebol. Conquistei tantas coisas bonitas que não tenho mais sonhos. Obviamente que gostava de ganhar o Campeonato do Mundo, mas se tivesse de terminar agora a carreira ficava super orgulhoso e contente pelo que consegui.
Tem quase 700 golo na carreira, consegue escolher três?
"É difícil. Os últimos são os que temos de frisar, são os mais importantes. Tu se calhar sabes melhor que eu... Tive golos tão bons na minha carreira… é difícil! Os que marco na Liga dos Campeões são sempre especiais."
Quando era criança quem admirava?
"Eu sempre tive o objetivo de ser profissional de futebol e de jogar na Seleção Nacional. Olhava para o Rui Costa, para o Fernando Couto, para o Figo a pensar que um dia gostaria de jogar ao lado deles."
Conhece equipas do Brasil? Gostava de um dia jogar lá?
"Neste momento prefiro jogar na Europa. Mas sim, claro que conheço, acompanho o futebol brasileiro e muitos dos seus jogadores."
No Brasil comentou-se que na final do Mundial de Clubes notou-se muitas diferenças ao nível técnico entre o Real Madrid e o Grémio.
"Uma final é sempre 50/50, mas na Europa é onde se joga o melhor futebol, não vamos ser hipócritas e dizer que na China, no Brasil ou no México é melhor. Na Europa estão os melhores do Mundo, a competitividade cá é muito alta. Mas sei que no Brasil a qualidade técnica é top, são dos melhores jogadores do Mundo, tecnicamente são muito bons, só que não estão acostumados a jogar com um Barcelona, Real Madrid, Atlético, Sevilha… Nós sabíamos que se jogássemos essa final ao nosso nível podíamos ganhar, sem menosprezar o adversário porque o Grémio é uma grande equipa."
E do Brasil? O que conhece?
"Conheço bem a cultura brasileira, jogo com jogadores brasileiros, para nós, portugueses, é um país irmão. Conheço bem e já lá estive muitas vezes."
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