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Quando os russos Yuran e Kulkov estavam no Benfica, havia números todos os dias na Luz. Depois, essas maçãs podres – como lhes chamou Toni – rumaram às Antas e logo passaram a meninos de coro. Corram, joguem e calem o bico já era o lema lá da casa.
Como aqui escrevia ontem o colunista Luís Costa Branco, é raro ver Koeman irritado. E se calhar é isso mesmo que lhe falta para gerir com mão de ferro as relações com fulanos como este tal Karyaka, que tem a língua mais pronta do que as pernas e trata o clube e o país que generosamente o acolheram de forma miserável. E não se pode empandeirá-lo?