Já faz em Abril próximo dois anos que caíram na praça pública os nomes dos implicados no processo Apito Dourado, alguns deles detidos para prestar simples declarações, no meio de grande aparato e projecção mediática a condizer.
O tempo passou e de acusações nada, a tal ponto que o procurador-geral Souto Moura se sentiu na necessidade de dar um prazo ao Ministério Público de Gondomar para concluir o processo – 26 de Outubro.
Pois acabou Outubro, mais Novembro e ainda Dezembro, entrámos em novo ano e acusações deduzidas nem vê-las. Não sei se me apetece rir ou chorar.