Tinha nome de futebolista o bombeiro que perdeu a vida, aos 34 anos, ao serviço de todos nós. Chamava-se Paulo Jorge, era solteiro e não deixa pais ou irmãos para o chorar na hora do último adeus. Ou seja, só não será rapidamente esquecido porque os Voluntários de Pampilhosa da Serra não o consentirão.
Ontem, apelidei aqui de heróis os ciclistas que escalam montanhas a pique no Tour. Fiz mal. Fico agora sem adjectivo para classificar este mártir caído em combate por uma comunidade egoísta que não o merece.