Não foi feliz o final de carreira de jogador de Paulo Bento, por culpa do próprio, que tentou não sair “antes de tempo”, e de Fernando Santos que não aproveitou a última dose de classe que o actual técnico leonino ainda tinha para dar.
Nem me pareceu a melhor a opção dos dirigentes de Alvalade ao escolherem para treinador principal um homem que “cheirava” demasiado a balneário. São opiniões.
A verdade é que o Sporting renovado e remoçado que “arrasou” na Luz é obra da capacidade, do trabalho, do realismo, da humildade e da determinação de Paulo Bento. Não é uma opinião, é um facto, pelo que lá terei outra vez de meter a viola no saco.