Quando o tiro de Caneira acabou na baliza do Nacional, Sá Pinto cometeu mais um dos seus excessos ao correr para o banco madeirense e provocar o presidente Rui Alves.
Peço licença para reprovar igualmente o gesto do capitão leonino, e logo para me demarcar do habitual coro de virgens ofendidas que saltou em defesa de um dirigente que é, também ele, especialista na provocação.
O futebol sem paixão não tem a mesma força, nem a mesma beleza. E o nosso, cheio de mercenários e de cinzentões, vai perder a alma quando os jogadores que têm nervo e coração, como Sá Pinto, lhe disserem adeus.