A Câmara Municipal de Lisboa ainda não conseguiu abrir, por falta de pessoal, a meia dúzia de piscinas de 25 metros que em boa hora Pedro Santana Lopes mandou fazer nos bairros da capital e fez até o favor de inaugurar antes de partir.
Ou seja, as nossas regiões autónomas e autarquias endividaram-se em 2005 em mais 57 milhões de contos – 20 milhões dos quais acima do que foi comunicado para Bruxelas – mas a abertura dos pequenos tanques lisboetas não entrou no forrobodó.
Ao contrário, não faltaram os subsídios que sustentam a absurda compra de jogadores e o apetite de alguns patos-bravos armados em dirigentes. E ninguém mete isto na ordem.