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Carlos Ribeiro
Carlos Ribeiro Professor Universitário

Entre resoluções e realidade

2025 não terminou com as melhores memórias, sobretudo pela forma como se esfumou na sua segunda parte. Num momento em que se anunciam resoluções para o novo ano, talvez seja tempo de pedir algo simples e óbvio: que 2026 seja diferente. Mais Vitória. Mais vitórias.

O último jogo, com o Casa Pia, expôs bem um momento estranho, marcado por intermitências de qualidade que já não surpreendem. A verdade é que este campeonato nivelado por baixo permite tudo: mesmo jogando aquém, estamos perto dos lugares da frente e com tudo em aberto.

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Janeiro será importante. Desta vez, mais do que as saídas, interessa perceber se haverá entradas capazes de corrigir o rumo ou se conseguiremos ser felizes na Final Four da Taça da Liga. Não quero parecer ingénuo, mas estes jogos têm sempre espaço para algo diferente. Para surpreender. Para ganhar. Mas, e para já, temos um jogo para vencer com o Nacional.

Os balanços fazem-se no fim. Para já, o saldo é negativo. Podemos falar de orçamentos, salários e desigualdades, mas a questão central é outra: expectativas versus retorno. O que nos prometem e o que nos entregam. E isso daria, por si só, outra conversa.

Uma última nota, fora do futebol português. Quando me perguntarem o que é um capitão, lembrarei sempre Virgil van Dijk e o gesto com os filhos de Diogo Jota. Isto também é futebol.

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Da Capital Verde Europeia 2026, um bom ano a todos.

Por Carlos Ribeiro
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