Este foi um fim-de-semana difícil para o SC Braga. Na Pedreira, o Santa Clara surpreendeu e arrancou um empate a uma bola, num jogo em que os Guerreiros do Minho não conseguiram transformar o domínio em golos. O empate teve consequências imediatas: o Braga foi ultrapassado pelo FC Porto na luta pelo terceiro lugar.
Também na AMCO Arena, a equipa feminina de voleibol enfrentou um revés, ao perder o quarto jogo da final frente ao Benfica. Com a série empatada, o título será agora decidido num quinto e derradeiro jogo… no Pavilhão da Luz.
Apesar destes resultados menos positivos, tudo está em aberto. E é precisamente nestes momentos que o verdadeiro espírito do SC Braga se revela. A luta pelo pódio no futebol e o título nacional no voleibol feminino continuam ao nosso alcance. Sei que os nossos atletas e treinadores darão tudo — porque ser Braga é nunca baixar os braços.
Destaque também para um momento marcante fora das quatro linhas: a apresentação da candidatura de António Salvador às eleições do clube para o quadriénio 2025-2029. O programa é ambicioso: o título nacional como grande meta, a expansão da massa associativa e o aumento da presença dos adeptos no estádio.
Com uma equipa renovada, António Salvador quer continuar a fazer história. E a verdade é que já há, inequivocamente, um SC Braga antes e depois da sua presidência. O clube é hoje mais estruturado, mais respeitado, mais ambicioso.
E essa ambição — em campo, nos pavilhões ou nas urnas — continua a ser a força que move o Braga. Porque aqui, acreditamos até ao fim.
Por Ricardo Costa