Acabem lá com o tiro ao Engenheiro!
A vida seguiu em frente, mas não resisto a juntar-me ao massacre. Se eu fosse selecionador nacional – e depois da exibição que fizeram contra os checos – começaria por não tirar Diogo Dalot e Mário Rui do onze titular. Teria metido também Matheus Nunes desde o início. E aos 60 minutos, vendo os nossos níveis físicos em queda acelerada e o meio campo a ceder – e face às substituições de Luis Enrique – faria entrar de imediato Palhinha e poria Leão e João Mário em vez de Cristiano e Bernardo Silva, estes completamente esgotados de tanto andarem a correr atrás da bola, tal como Bruno Fernandes, numa suposta e incompreensível ‘pressão alta’.
