Aos 37 anos é mais difícil fazer milagres
Sei que há para aí umas escutas – direta, indiretamente ou em nada –relacionadas com o ‘caso Vieira’, mas não me apetece dar para esse peditório deprimente. Quem prevaricou que se amanhe. Estou mais preocupado com o beco em que se meteu Cristiano Ronaldo, ao decidir, menos com a cabeça do que com o coração, regressar ao clube que o projetou, sem ter em conta que desde a partida de Mourinho nunca mais o Manchester United ganhou um título e que a equipa estava, e continua a estar, entregue a um técnico de segunda linha, incapaz de aproveitar o potencial de um plantel de estrelas.
