Bruno Lage, o flautista da Luz

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çFoi uma semana não direi de punhos de renda mas de alguma sensibilidade cívica, manchada apenas pela ação dos grunhos que apedrejaram a camioneta dos encarnados ou dos ativistas noturnos que terão lançado uns foguetaços junto ao hotel onde pernoitou o Benfica. É uma espécie de lepra sem cor da qual dificilmente nos livraremos enquanto o Estado, as escolas e as famílias se mantiverem unidos no confortozinho suicida de fechar os olhos à realidade.

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