E se em vez de inteligentes formos burros?

Adicione como fonte preferencial no Google

Dos países europeus, a Suécia foi dos primeiros a enfrentar com êxito o coronavírus. E fê-lo de tal forma que à medida que resultavam também entre nós as regras aplicadas pelo Governo e pela DGS, o exemplo português recolhia aplausos nos média internacionais, que consideraram Portugal como "a Suécia do sul". Bons tempos! Hoje, tomara aos suecos ser designados como "o Portugal do norte"... Porque, em defesa da economia, o executivo de Estocolmo – contrariando a prudência das outras nações nórdicas – apostou na "responsabilidade social" para manter as medidas de higiene, o afastamento social e o teletrabalho, reduzindo o confinamento aos grupos de risco. O resultado, sem que se notem ainda efeitos positivos na economia, foi um novo aumento do número de infeções, que se traduz agora em 360 mortos por cada milhão de habitantes – a Dinamarca tem 92 e Portugal 118. No final de março, a Suécia registava, como nós, cerca de uma centena de vítimas mortais. Um mês e meio depois, já tem mais do triplo: 3679 para os nossos 1218!

Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade