Época aberta para o tiro ao engenheiro
Professores, doutores e arquitetos do pontapé na bola vivem o momento de glória há tanto tempo esperado e pedem a ‘cabeça’ do selecionador nacional. Tudo porque, aos 52 minutos do desafio da Luz, Fernando Santos foi egoísta e quis fazer golo, em vez de servir Cristiano Ronaldo, sozinho no coração da área. A seguir, porque defendeu uma bola e deixou-a fugir para dentro da baliza. E também porque, ao cair do pano, ainda o mesmo Fernando Santos permitiu que três (!) sérvios ‘acampassem’ nas suas costas, para que um deles, que atua na segunda divisão inglesa, marcasse o golo da vitória e atirasse a Seleção de novo para um ‘playoff’. É o fado português - o ‘playoff’’ e o tiro ao engenheiro.
