Jiménez não servia para o Benfica?
Se a partida do combativo e popular Mitroglou deixou muitos benfiquistas boquiabertos, maior foi a surpresa pelo empréstimo de Raúl Jiménez, um executante precioso, um avançado móvel e permanentemente ativo, 70 vezes internacional pelo México e cujo rendimento na Luz foi sempre positivo. Mas o Benfica vive um pouco nestes melodramas, seja com os guarda-redes, com os centrais ou com os homens do golo. E nem o fim de ciclo de Jonas, que a lei da vida anuncia, elimina as dúvidas no que respeita aos pontas-de-lança, pois tanto Ferreyra como Castillo não começaram assim tão mal a época para que se justifique receberem o muito dinheiro que ganham sem contribuírem para a paróquia que lhes paga. Além de que os 40 milhões de euros que custaram se desvalorizam a cada semana de férias.
