O homem que partiu para poder voltar

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O regresso de Jorge Jesus ao Benfica estava escrito nas estrelas. Tratado como descartável em 2015, criticado por só apostar em jogadores feitos, por desvalorizar as pérolas da academia e até por não fazer parte do projeto de Luís Filipe Vieira, processado judicialmente e classificado como inimigo ao assinar pelo Sporting, e de novo esquecido em 2019 – quando na Luz se pensava ter descoberto, em Bruno Lage, uma mina de ouro – aí está o homem. Após 13 meses de glória e seis títulos no Flamengo, e mais uns milhões de euros para meter na arca que trouxera da Arábia Saudita.

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